Mulheres indígenas e os espaços midiáticos: uma reflexão sobre silenciamento, memória e resistência

Flávia Campos Silva

Resumen


Este trabalho é uma reflexão sobre o movimento da construção do significar. Como os sentidos emergem e significam numa dinâmica que envolve: o lugar [não] ocupado pelas mulheres indígenas na grande mídia e em espaços oficiais; o funcionamento da memória discursiva na constituição do sujeito “mulher indígena” e a emergência de sentidos em atos de resistência. A proposta se baseia, centralmente, nos pressupostos de Orlandi (2003), (2013), (2015); Pêcheux (1991); Foucault (2012); Lima (2006) e Bourdieu (1992), (1996). Concluímos que o silenciamento da voz do sujeito “mulher indígena” na grande instância midiática produz sentidos que, além de significar nos limites moventes do silêncio e da linguagem, dão força para que uma resistência se imponha com forte potencial para movimentar e redirecionar as lutas dessas mulheres podendo, inclusive, (re)significar padrões de sociabilidade, interação e engajamento.


Palabras clave


análise do discurso, mulheres indígenas, memória, mídia, silenciamento, resistência.

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